Avaliação de Ciclo de Vida: decisão de material com base em dado, não em marketing.
Aplicamos ACV conforme ISO 14040/14044 para quantificar impactos ambientais de materiais, sistemas construtivos e do edifício inteiro — do berço ao túmulo, com fronteiras auditáveis.
Do berço ao túmulo — cada m² responde por um número.
A ACV traduz decisão construtiva em kgCO₂eq, MJ de energia primária, m³ de água e outros indicadores comparáveis. Isso muda como incorporadoras escolhem estrutura, revestimento, esquadria e sistema de climatização — e é o único caminho técnico para comprovar redução de carbono embarcado em relatórios ESG e em auditoria de certificação.
Trabalhamos com bases de dados internacionais (Ecoinvent) e nacionais (SICV Brasil), gerando relatórios técnicos que sustentam créditos MRc1 do LEED, a categoria Materiais do GBC Brasil e o reporte GRI. A metodologia segue as normas ISO 14040 (princípios), ISO 14044 (requisitos) e EN 15978 (edifícios), com escopo explícito, unidade funcional declarada e análise de sensibilidade.
A entrega prática: um comparativo objetivo entre alternativas — concreto vs. aço vs. CLT, esquadria de alumínio vs. PVC, telha metálica vs. cerâmica — que muda a decisão de compra por evidência quantitativa, não por catálogo de fornecedor.
ISO 14040
Metodologia auditável
1-4 pts
Crédito LEED MRc1
-20%
Carbono embarcado médio
5 fases
Ciclo de vida completo
Entregáveis técnicos
- Definição de escopo, unidade funcional e fronteiras do sistema
- Inventário de ciclo de vida (ICV) por componente
- Avaliação de impacto por categoria (GWP, eutrofização, acidificação, uso hídrico)
- Comparativo entre alternativas construtivas com recomendação técnica
- Análise de sensibilidade e incerteza dos resultados
- Relatório final compatível com créditos LEED e GBC Brasil
- Apresentação executiva para diretoria e área comercial
Escopo e inventário
Definição da unidade funcional, fronteiras e coleta de dados primários e secundários.
Modelagem de impacto
Cálculo dos indicadores ambientais por fase do ciclo de vida em software especializado.
Interpretação e decisão
Comparativo entre alternativas, análise de sensibilidade e recomendação priorizada.
Quando faz sentido
- · Incorporadoras com meta de descarbonização declarada
- · Projetos LEED buscando MRc1 ou GBC Brasil no percentil superior
- · Indústrias com produto sujeito a EPD (Environmental Product Declaration)
- · Empresas em due diligence ESG de investidor institucional
Quando não é o serviço certo
- · Obras já em fase executiva sem espaço para trocar materiais
- · Empreendimentos populares sem exigência de reporte carbono
- · Comparativos superficiais que não influenciarão a decisão de compra
Perguntas frequentes
Quando faço ACV — antes ou depois do projeto executivo?
Antes. A ACV cria valor quando alimenta decisão de projeto (estrutura, envoltória, revestimento). Feita depois do executivo, só serve para justificar decisões já tomadas — perde 80% do potencial de redução de carbono embarcado.
A ACV vale pontos no LEED e no GBC Brasil?
Sim. No LEED, o crédito MRc1 (Building Life-Cycle Impact Reduction) vale de 1 a 4 pontos quando o edifício reduz carbono embarcado em relação ao baseline. No GBC Brasil, a categoria Materiais e Recursos absorve as evidências da ACV.
Que bases de dados a MON utiliza?
Ecoinvent (internacional) e SICV Brasil (nacional), quando há dado de mercado brasileiro disponível. As bases são declaradas no relatório, com data-vintage, para auditabilidade.
Qual o prazo típico de uma ACV completa?
De 6 a 12 semanas, dependendo do escopo (berço-ao-portão vs. berço-ao-túmulo) e da disponibilidade de dados primários dos fornecedores.
Referências normativas
- ISO 14040:2006 — Princípios e estrutura da ACV
- ISO 14044:2006 — Requisitos e diretrizes
- EN 15978 — ACV aplicada a edifícios
- ABNT NBR ISO 14025 — EPDs
- LEED v4.1 BD+C — crédito MRc1
- SICV Brasil — Inventário nacional de ciclo de vida