Serviço 05

Descarbonização predial: da emissão medida ao plano de ação com prazo.

Roadmap técnico e econômico para reduzir emissões operacionais e embarcadas de edifícios corporativos, residenciais e industriais — com metas intermediárias verificáveis até 2030 e 2050.

Emissão que não é medida não é gerenciada.

Inventariamos as emissões do edifício nos três escopos do GHG Protocol — consumo energético, refrigerantes, deslocamento, cadeia de fornecedores e carbono embarcado nos materiais. Cada escopo tem metodologia própria, fatores de emissão calibrados para o Brasil e nível de incerteza declarado.

Desse retrato saem as intervenções: eficiência da envoltória e dos sistemas prediais, eletrificação, geração renovável no local, contratos de energia limpa (mercado livre / I-REC) e substituição de materiais de alto GWP. Cada ação recebe estimativa de custo, tCO₂eq evitada e payback — a priorização é feita por R$/tCO₂, não por intuição.

A entrega é auditável: inventário compatível com GHG Protocol, ISO 14064-1 e reporte GRI 305. Fundos de infraestrutura, bancos com linhas verdes (BNDES, BID) e locatários AAA já exigem esse material em due diligence.

-50%

Meta 2030 típica

Net Zero

Horizonte 2050

3 escopos

GHG Protocol

R$/tCO₂

Priorização por payback

Entregáveis técnicos

  • Inventário de emissões nos escopos 1, 2 e 3
  • Cenário base (business-as-usual) e cenários de descarbonização
  • Roadmap com metas intermediárias e marcos de verificação
  • Análise de viabilidade econômica (payback e R$/tCO₂ evitada)
  • Estratégia de compensação residual e certificados de energia renovável
  • Alinhamento com Race to Zero, SBTi e requisitos ESG de investidores
01

Inventário base

Medição das emissões atuais e definição do ano-base.

02

Roadmap

Sequência de intervenções priorizada por payback e impacto em tCO₂.

03

Verificação

Reporte anual e ajuste de metas com dado de operação real.

Quando faz sentido

  • · Empresas signatárias do Race to Zero, SBTi ou Pacto Global
  • · Ativos em due diligence de fundos com política climática
  • · Corporativos AAA cujos locatários exigem inventário GHG
  • · Indústrias com produto exposto a taxa de carbono (CBAM europeu)

Quando não é o serviço certo

  • · Empreendimentos de flip curto sem obrigação de reporte
  • · Ativos sem histórico mínimo de 12 meses de consumo energético

Perguntas frequentes

O que é descarbonização predial?

É o processo de reduzir sistematicamente as emissões de gases de efeito estufa associadas a um edifício — em construção (carbono embarcado) e em operação (carbono operacional) — com metas intermediárias verificáveis alinhadas ao Acordo de Paris.

Quais são os três escopos do GHG Protocol?

Escopo 1 (emissões diretas — caldeiras, geradores, refrigerantes), Escopo 2 (energia elétrica comprada) e Escopo 3 (cadeia estendida — materiais, deslocamento de usuários, resíduos, fornecedores). Um edifício completo passa pelos três.

É possível chegar a Net Zero em edifício existente?

Sim, mas depende de eficiência energética, eletrificação de sistemas, geração renovável (local ou via mercado livre/I-REC) e compensação residual verificada. O caminho médio leva 5 a 10 anos.

Compensar carbono é greenwashing?

Não, se for o último passo. A hierarquia é medir → reduzir → compensar residual. Compensar antes de reduzir, sem plano técnico de redução, é greenwashing. Compensar o inevitável, com créditos verificados (VCS, Gold Standard), é integridade.

Referências normativas

  • GHG Protocol — Corporate Standard e Corporate Value Chain
  • ISO 14064-1 — Quantificação e reporte de emissões
  • SBTi — Science Based Targets initiative
  • GRI 305 — Emissões
  • TCFD — Task Force on Climate-related Financial Disclosures
  • EN 15978 — Sustainability of construction works